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sexta-feira, 14 de março de 2014

[Resenha] O Hobbit - J. R. R. Tolkien

Título: The Hobbit, or There and Back Again.
Autor: John Ronald Ruel Tolkien.
Número de páginas: 296.
Editora: WMF Martins Fontes.
Onde comprar: Fnac || Americanas

"Inesperadamente, Bilbo Bolseiro, um hobbit de vida confortável e tranquila no Condado recebe a visita de 13 anões e Gandalf que o arrastam em uma jornada através das montanhas e das terras ermas enfrentando trolls, orcs, wargs, elfos para o resgate de um tesouro muito bem guardado por Smaug, o dragão. Bilbo se vê em diversas confusões e encontra algo que mudaria não só sua vida como de toda Terra-Média."


Eu já queria ler O Hobbit há anos, principalmente por querer ler Senhor dos Anéis há anos. Com o lançamento de The Hobbit - Desolation of Smaug próximo (creio que quando essa resenha sair o filme já estará em exibição nos cinemas) e tendo assistido o trailer nos cinemas (aquele trecho em que Bilbo está face a face com Smaug é simplesmente incrível), meu ânimo para o livro aumentou e acabei lendo-o.

O Hobbit conta a história de Bilbo Bolseiro, um pequeno hobbit (afinal, o que é um hobbit? Hehehe) que vivia calmamente em sua toca na Colina. Vivia. Tudo muda quando Gandalf, um mago, aparece na toca do pequeno hobbit convidando-o para uma aventura. Por serem seres que repudiam e evitam ao máximo aventuras, Bilbo desconsidera o convite. No outro dia aparecem então 13 anões na toca de Bilbo, juntamente com Gandalf, que aparece depois, explicando a finalidade da aventura: irem até a Montanha Solitária onde vive Smaug, O Terrível reconquistarem todas as riquezas roubadas pelo dragão.

Passando por diversas aventuras e perigos durante a longa viagem até a Montanha Solitária, em um momento Bilbo acaba encontrando o Gollum, sendo um dos melhores - e mais engraçados - momentos de todo o livro, com direito até a charadas rimadas (rimou!). Tendo os Trolls como principais vilões (confesso que li o livro esperando que as criaturas de Tolkien fosse basante fantasiosas; pelo contrário, elas se aproximam muito da aparência/físicos humanos, mudando apenas por uma ou outra característica física), Bilbo, Thorin Escudo de Carvalho e sua compania e Gandalf passam por diversas aventuras.

Confesso que me decepcionei bastante com o papel de Smaug no livro, eu esperava que grande parte do livro girasse em torno dele (afinal, ele é o grande inimigo da história, ele que detém o tesouro dos anões) mas seu papel não passa de poucas páginas no final. Apesar disse, Bilbo e seus amigos passam por muitas outras aventuras que eu não esperava, além do ápice do livro no final. Por fim, O Hobbit leva quatro bowties, justamente pelo motivo citado mais acima.



E você? Concorda ou discorda da resenha? Deixe sua opinião nos comentários! Abraços e até depois! :P

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

[Resenha] Maze Runner, Correr ou Morrer - James Dashner

Título: Maze Runner.
Autor: James Smith Dashner.
Número de páginas: 384*/426.
Editora: Delacorte Press*/Vergara & Riba.
Onde comprar: Submarino || Ponto Frio || Americanas

"Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.



Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.

Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. "


Há tempos ouço pessoas falarem sobre esse livro, o quanto era bom e etc. Erroneamente, sempre imaginei que o livro era uma novelização de Blade Runner, e me perguntava porquê tantos comentários espantosos sobre o livro. Depois de ler a sinopse (e descobrir que a única semelhança com Blade Runner é o "Runner" no nome), fiquei realmente interessado na história, e com a sugestão de uma amiga (valeu Mari) fui ler o livro.

Thomas é um garoto que acorda dentro de um elevador sem nenhuma lembrança de sua vida. A única coisa que se lembra é seu nome. Ao ser retirado de lá ele encontra-se em um lugar conhecido por meus "moradores" como Glade (Clareira), um enorme espaço circular cercado por enormes muros de pedras.

Logo de início descobrimos que a clareira é cercada por um enorme labirinto ao qual os gladers (clareanos) buscam sair há mais de dois anos. E qual o perigo disso tudo, você deve estar se perguntando. Fome? Não. Desorganização? Não. Nada de pais? (Isso não é outro livro? No mais não vem ao caso) Monstros sanguinários híbridos? Sim! Durante a noite as paredes localizadas na clareira são fechadas, e enormes monstros mecanizados, os Grievers (Verdugos) aparecem no labirinto.

Ok, tudo então ia bem, todos os dias os Runners (corredores) saíam para o labirinto, os Slashers ("açougueiros") cuidavam dos animais, os Med-jacks (médicos) cuidavam dos que porventura se feriam... e assim por diante; até aparecer uma garota. Mas o que isso tem de mais?, você se pergunta. Em mais de dois anos nunca teve uma garota. Nunca. E é então que o livro fica inlargável (isso existe?).

Algo que me surpreendeu bastante no livro foi o quanto a "sociedade" dos gladers é bem estruturada. Todos vivem em completa harmonia, tudo funciona corretamente, parece até uma sociedade utópica composta por garotos. Eles têm um conselho, os responsáveis pela limpeza, pelo cultivo de alimentos, cuidados dos animais, cozinheiros... Enfim, uma sociedade muito bem estruturada e quase sem conflitos. Bem diferente de Gone, outra distopia bastante semelhante.

Muitas cenas de ação, muitos momentos mindblow, pitadas de ficção científica misturadas à distopia, ações inesperadas, e o melhor: não tem romance meloso! Na verdade, o romance (se é que aquilo pode vir ser um romance) é bem implícito e não interfere em absolutamente nada durante a história. The Maze Runner fica com 5 bowties e com certeza entrou pra minha lista de livros favoritos.

E você? Já leu esse estupendo livro? Não? Porque? Deixe sua opinião nos comentários! Abraços e até mai ver! :D

*Eu li o livro em inglês, por isso o grande número de referências ao nomes originais, a capa da edição norte-americana e os outros itens em "editora" e "número de páginas". Os livros que estiverem com essas indicações foram os que li em outro idioma. Fazendo um adendo, busco sempre colocar a capa da edição a qual li.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

[Resenha] O Exorcista - William Peter Blatty

Título Original: The Exorcist - 40th Anniversary Edition.
Autor: William Peter Blatty.
Número de páginas: 336.
Editora: Agir.
Onde comprar: Saraiva || Cultura

"Nos Estados Unidos da América, algo muito estranho acontece. Atingida por uma doença que os melhores especialistas não conseguem descobrir, uma criança caminha para a morte, semeando a destruição à sua volta, ao mesmo tempo que se vai apagando numa agonia atroz."


Um dia meu professor de filosofia me perguntou se eu já havia lido O Exorcista e, se não, que lesse o mais rápido possível. Um livro em qual o medo chegaria pouco a pouco, até que no final você não conseguiria saber se terminava o livro ou se o jogava fora, segundo ele. Já sabendo da reputação do filme como um dos filmes mais assustadores de todos os tempos - pelo menos segundo os que conheço e que assistiram o filme - e com essa dica, fui com a cara e a coragem e comecei a ler esse livro.

O livro começa com um prólogo bastante estranho relatando as escavações de um padre no norte do Iraque até o ponto onde ele encontra uma estátua de um demônio, Pazuzu, o qual ele havia "lutado" tempos atrás durante um exorcismo na África. Sem avisos, somo então transportados ao Estados Unidos, provavelmente algum tempo depois dessa escavação relatada no prólogo, especificamente ao lar de Chris McNeil, uma famosa atriz em ascensão. A filha de Chris, Regan, começa então a vivenciar alguns acontecimentos estranhos, desde barulhos noturnos até a movimentação de sua cama.

A partir de então a vida de Chris se torna um inferno. Pedindo ajuda a todos os psiquiatras e psicólogos ao seu alcance, e nenhum conseguindo resolver o problema de sua filha, Chris por fim cede a seus "tabus" e chama um padre, Damien Karras, para praticar um exorcismo em sua filha, a qual passa a demonstrar força extrema, atos muito, muito indecentes e a se tornar extremamente sem educação.

Confesso que esperava mais do livro. Apesar de toda a tensão do livro (que realmente se espalha aos poucos, deixando-o mais e mais instigado a saber o que diabos está acontecendo com Regan), não senti nenhuma pontada de medo. Pelo contrário, acabei achando graça em algumas partes (não tão hilárias assim, como a cena em que Regan se masturba com um crucifixo ou na qual ela desce pelas escadas se contorcendo - cenas clássicas do filme). Mas mesmo assim, o livro possui uma história completamente intrigante, com direito a algumas histórias paralelas e até assassinatos (mas nada no estilo Agatha Christie de ser). Por fim, O Exorcista fica com quatro bowties.


"Deus nunca fala. Mas o Diabo continua fazendo propaganda, padre. O Diabo faz um monte de comerciais." 


E você? Já leu o livro? Assistiu o filme? Deixe sua opinião nos comentários! Abraços e até! :D

domingo, 13 de outubro de 2013

[Resenha] É o Primeiro Dia de Aula... Sempre! (R. L. Stine)

Título: It's the First Day of School... Forever!
Autor: Robert Lawrence Stine.
Número de páginas: 168.
Editora: Seguinte.
Onde Comprar: Saraiva || Fnac || Americanas

"Então, no café da manhã, seu irmão mais novo, Eddy, derruba a calda da panqueca no cabelo de Artie, que não tem tempo de lavá-lo. “Você não vai querer se atrasar no primeiro dia de aula na escola nova”, lembra a mãe dele. 

Artie tem que ir então para a aula com o cabelo todo grudento. No caminho, uma caminhão passa por uma poça d’água e espirra toda a água nele. Suas roupas ficam molhadas e até parece que ele fez xixi nas calças. Não é só o primeiro dia de aula — é o pior primeiro dia de aula da história.
Na manhã do dia seguinte, Artie cai da cama e bate a cabeça. Bem forte. Depois disso, ele fica se sentindo um pouco tonto, mas deve ser só a confusão de começar em uma escola nova, claro! Então, no café da manhã, seu irmão mais novo, Eddy, derruba a calda da panqueca no cabelo dele e...
Hã??? Tudo está acontecendo exatamente da mesma maneira que no dia anterior! O primeiro dia de aula se repete no dia seguinte, e no dia seguinte, e no dia seguinte... Será que Artie vai conseguir encontrar um jeito de mudar isso? Ou será o primeiro dia de aula… SEMPRE?"

Resolvi começar esse livro porque queria algo mais... "leve" pra ler por causa de Looking for Alaska (em breve resenha), e esse foi o primeiro que encontrei que era mais fininho e com uma história mais relax. Então, a história gira em torno de Artie, um garoto em seu primeiro dia de aula no sexto ano de uma escola nova. Nada a temer, certo? Errado. Calda de chocolate no cabelo, água na calça, briga com o cara "valentão-porém-inteligente-e-muito-popular-que-todos-amam-e-adoram"... Sem mencionar o diretor um tanto que... doido. Tudo isso para deixar o dia de Artie pior (e a leitura melhor. Ou não).

Com personagens extremamente inconstantes e bipolares (a exemplo do diretor, onde de início é uma pessoa totalmente simpática e sorridente, e pouco depois se revela sendo maldoso e até um pouco sádico), muito mal explorados e totalmente sem empatia (pelo menos não senti empatia por nenhum, nem mesmo Artie). Clichês pairam sobre a história como uma enorme nevem negra, desde o irmãozinho irritante até o valentão metido e sua "trupe", empobrecendo a história em um nível não tão bom assim. Mas vamos relevar um pouco, afinal é um livro infantil, destinado a um público de até 12 anos, creio que meu irmão iria perfeitamente adorar o livro.

Quando ao final, achei satisfatório. Todas as teorias malucas que criei nenhuma se aplicou a história (não que isso seja ruim), mas o final ficou bastante implícito durante a história, e achei uma boa... reviravolta, por assim dizer.

Um pequeno adendo: Me interessei pelo livro principalmente pela capa, achei bastante chamativa, acho que ficou melhor até que a original (vocês podem vê-la clicando aqui), que possui um ar bem ao estilo "Goosebumps" (uma série de livros do autor).

Por fim, o livro leva 2 bowties. Mais pelo final que achei bem interessante do que pela história em si. (Desculpas, mas minha sonic screwdriver não conseguiu encontrar nenhum quote relevante para ser colocado aqui, acho que vou ter que dar uma olhada para ver se ela não está com problema.... ou não)




E então, você já leu o livro? E o que achou, gostou? Odiou? Dê sua opinião nos comentários! Abraços e até a próxima! c:

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

[Resenha] O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger)

Título: The Catcher in the Rye.
Autor: Jerome David Salinger.
Número de páginas: 208.
Editora: Editora do Autor.

"Um garoto americano de 16 anos relata com suas próprias palavras as experiências que ele atravessa durante os tempos de escola e depois revela o que se passa em sua cabeça. O que será que um adolescente pensa sobre seus pais, professores e amigos?"


A primeira vez que vi esse livro já torci o nariz. "Deve ser mais um daqueles livros extremamente chatos e insuportáveis", pensei. Anos depois uma amiga minha me chamou no chat me sugerindo ler ele, falando que era muito bom e que eu tinha que lê-lo (Btw, valeu Milena \õ/). Mesmo sem saber do que se tratava, só com a sugestão dessa amiga minha, fui na fé, arrumei um ebook e comecei a minha leitura.

E foi então que me surpreendi. O livro narra a história de Holden Caulfield, um jovem um tanto quanto depressivo e um pouco problemático até. E digo apenas que logo de cara já simpatizei com ele. Pois bem, Holden é expulso da escola (e não foi a primeira vez), e então resolve "fugir" antes do começo das férias para vagar em Nova Iorque até o dia "certo" de voltar para casa.

Durante os eventos ocorridos percebemos o quanto Holden é impulsivo e o quanto despreza a hipocrisia e falsidade - sendo essa a principal causa por tantas expulsões, segundo ele - chegando a mentir e a demonstrar grande asco por essas pessoas. Outra característica que Caulfield ressalta é a insensibilidade da sociedade, onde se preocupam apenas em saber o quão sangrento e mórbido é um acidente, mas não se preocupando em oferecer ajuda. Outro ponto extremamente marcante  é a conversa que Caulfield tem com um antigo professor que o abriga durante a noite. Antolini o aconselha a deixar a nobreza de lado por uns momentos e valorizar mais a humildade, falando para ele valorizar mais os estudos e que ele não terá uma "vida boa" para sempre.

Dotado de uma narrativa singular e relexiva, Salinger nos faz pensar mais sobre a vida, principalmente nossa infância onde éramos ingênuos e tão felizes. Durante os três dias que Holden vaga por Nova Iorque, grande parte de suas indagações me fez refletir, e até seus atos, antes tão singulares e simples e depois de uma outra olhada são significantes e expressivos, demonstrando sua tamanha solidão (afinal, ele só queria conversar com alguém! T-T).

Mais conhecido como "o livro que o assassino de John Lennon leu antes de matá-lo" e "o manual de como ser um delinquente juvenil", O Apanhador no Campo de Centeio fica com 5 bowties, e bem merecidas. 




Por fim, deixo-os com um pequeno trecho do livro:

"Bom mesmo é o livro que quando a gente acaba de ler fica querendo ser um grande amigo do autor, para poder telefonar para ele toda vez que der vontade."

E então, você já leu o livro? Gostou? Não? Vai lá nos comentários e compartilhe conosco sua opinião!


Abraços, e até a próxima! ;)

sábado, 14 de setembro de 2013

[Resenha] Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas (Raphael Draccon)

Título: Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas.
Autor: Raphael Draccon.
Editora: Leya.
Número de páginas: 440.

"Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltam contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.

Primo Branford é hoje o Rei de Arzallum, e por 20 anos saboreia, satisfeito, a Paz. Nos últimos anos, entretanto, coisas estranhas começam a acontecer... Uma menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia negra. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família real.
E mudará o mundo. "

Já fazia vários meses que havia comprado os três livros de Os Dragões de Éter e que eles estavam lá, na minha estante, pedindo para serem lidos a cada vez eu eu olhava para eles. Resolvi então pegar o primeiro e foi então que me surpreendi.

A história gira em torno de um universo onde o mundo é regido por avatares de um Semi-deus Criador (não, não são aqueles semideuses de Percy Jackson). Esses avatares recebem o nome de fadas, criaturas puras que se manifestam em nossa realidade para testar ou observar algumas pessoas. Quando um avatar (ou fada) acaba por se rebelar contra a Criação, ela se torna um ser corrompido, as bruxas.

Anos antes da história em si começar, houve a Caçada, onde o Rei (com "R" maiúsculo) Primo Branford decretou que todas as bruxas deveriam ser caçadas e mortas. E 20 anos depois, esse reinado de paz pós Caçada é abalado por eventos um tanto quanto estranhos: uma garota vê a morte em sua frente, dois garotos são quase mortos e um perigo já esquecido retorna.

Draccon nos recebe com uma narrativa um tanto quanto diferente, a impressão é de que alguém está contando uma história para você, semelhante a uma mãe contando história para uma criança antes de dormir. Inicialmente a história brilha em seus momentos de criação de conceitos e no aprofundamento de personagens que conhecíamos tão vagamente.

E então subitamente ela cai. Pelo menos para mim. Diálogos maçantes, passagens forçadas, tudo é jogado contra nós em momentos um tanto quanto artificiais onde o "mimimi" reina. Por horas eu tentava progredir na leitura, porém a história apenas regredia. E então, quando menos se espera, BUM! O ritmo acelera (confesso que isso aconteceu só lá para o meio do livro) e a história anda. Na verdade ela corre, até. 

Apesar das baixas, o livro se mostrou por fim uma história brilhante. Salvo alguns momentos um tanto quanto sem noção, a ela se mostrou bastante original, inovando em questões de estética e mitologia. Por fim, recomendo o livro, mas peço um pouco de paciência no início e quanto a falta de "reviravoltas" mirabolantes que sempre deixam uma história com um "quê" a mais.

Por conta de alguns momentos que me irritaram bastante e pela história que se mostra inicialmente maçante, o livro levará apenas 3 bowties, porém afirmo que estou bastante ansioso para poder ler a continuação da série.



E então, você também já leu o livro? Gostou ou não? Mostre-nos a sua opinião nos comentários! Vai lá!

Abraços e Allons-y!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Welcome to the Tide of Books!

Eu tenho infinitas palavras para colocar nesse post, porém é aquele tipo de publicação que você pensa muito e simplesmente não se agrada de nada do que escreveu, então opta por simplesmente deixar fluir. Este é o primeiro post do Tide of Books e espero que ainda haja muitos outros. A ideia do blog surgiu em uma noite de um dia qualquer e foi um pouco demorado até chegarmos a este ponto (a primeira publicação). Eu (Eleventh - Mark) e o meu amigo Tenth (Orion) nos juntamos para criar esse espaço que tem e terá como foque a nossa visão sobre os livros, filmes e seriados com os quais tivemos contato.

Como já foi mencionado em “Sobre o Blog” nós, como Whovians de coração e alma, usaremos algumas expressões relacionadas a série de Doctor Who. Outro aviso é que às vezes postaremos algum texto nosso (contos, poesias e afins). Tentaremos ao máximo manter o blog atualizado com todas as notícias do mundo literário e cinematográfico - claro que focaremos mais nos que são de nosso interesse.

E é isso, o Tide of Books está oficialmente aberto e espero que seja bastante frequentado por leitores que, assim como nós, amam esses universos que nos proporciona tantas aventuras. E, para finalizar, deixo uma frase do escritor Richard Martin (George Martin): "Um leitor vive mil vidas antes de morrer, o homem que nunca lê vive apenas uma." Sejam bem-vindos ao blog e segurem-se firme porque vamos viajar na TARDIS em alta velocidade. GERONIMO!

Aos colegas de blog: Aceitamos ajuda com sugestões, críticas e afins. Para entrar em contato, vá até o painel e preencha o rápido formulário. Obrigado.



Abraços!